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O amor segundo Wahre Liebe

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Muitas pessoas ainda acreditam em um amor verdadeiro, mas devido aos tempos nos quais me encontro, acabei me tornando uma pessoa fria em relação a essa chama dita amor. Assisto a filmes românticos onde o mocinho faz de tudo pela sua amada, mas a probabilidade hoje, de um homem estender seu bem passado paletó para que uma moça não pise em uma poça, é o mesmo para pessoas que dizem ‘Bom dia’ em um elevador.

Talvez pensem que sou uma pessoa amargurada na vida devido as desilusões amorosas, mas não sou; na verdade, nunca me apaixonei por ninguém e quando cheguei perto disso, acabei me decepcionando. Decerto, acho que a citação feita em “O mágico de Óz” é com certeza verdadeira, quando diz: “Corações nunca serão úteis enquanto não forem feitos para não se partirem. ”

Mesmo assim, não vivo em Óz para pedir um amor verdadeiro, livre de interesses e ambições, se amada pelo o que eu sou, no mais íntimo e não pelo que represento. Eu sei, esse pedido pode parecer ousado e até mesmo antiquado na sociedade atual. Mas, ao mesmo tempo, eu estaria sendo hipócrita se dissesse que não desejo um amor, pois como dizia Shakespeare, “Quem é tão firme que não possa ser seduzido? ”.

Assim, vivo uma eterna incerteza sobre esse universo chamado amor. “Não posso contar como me sinto. Num minuto quero paz e silêncio, no outro quero um pouco de diversão. ” É por isso que confesso, a minha certa aversão ao amor, deva-se ao eterno medo de nunca ser amada de verdade por alguém.

Priscila Quézia Azevedo

6 comentários em “O amor segundo Wahre Liebe

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