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Que tal um giro pela biblioteca pública de Rotterdam, na Holanda?

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Olá amigos leitores! Desculpem a incômoda ausência,mas como avisei na fan page no facebook, em breve retornarei as atividades regularmente! Agora vamos para uma matéria um pouco diferente do que vocês estão acostumados em ver por aqui, mas aposto que será do agrado de todos, afinal, é sobre livros! E essa matéria só foi possível graças as fotos tiradas e cedidas pelo o meu amigo, Haniel Cavalcante, obrigada Hani!  E vamos lá!

Vista externa da Biblioteca pública de Rotterdam
Vista externa da Biblioteca pública de Rotterdam

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70 Anos após o Holocausto

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Quem não lembra da guerra que chocou o mundo? Sem dúvida, a Segunda Grande Guerra Mundial foi muito mais violenta e desumana do que a primeira, acarretando com ela consequências para seus sobreviventes até os nossos dias. A guerra não se importou se as vítimas eram crianças ou jovens, mulheres ou idosos, ela foi cruel e mostrou ao mundo até que ponto chega a maldade do ser humano.
E muitos desses sobreviventes do Holocausto, hoje revelam suas experiências nos campos de concentração de judeus. E uma dessas histórias é da jovem Anne Frank, que junto com sua família e mais algumas pessoas lutou até a morte para não serem descobertos e poder sobreviver. Mas infelizmente, embora não se tenha certeza de quem foi, o esconderijo da família Frank foi descoberto e todos ali foram levados presos.
Durante o tempo que teve de passar no anexo secreto, Anne descreveu a rotina que levava e as mudanças que aconteciam com todos, e ela mesmo naquela atmosfera conturbada. Imagine como foi difícil para uma jovem que tinha uma vida alegre e despreocupada de uma hora para outra ter de mudar rapidamente de casa, não ver mais seus amigos e outros familiares e deixar de ir à escola. Fora os questionamentos que Anne teve de passar enquanto enfrentava sua adolescência de forma privada. Além do fato de ter de conviver com pessoas que ela mal conhecia e dividir tudo com elas. Desafiador não acha?
Mas, durante a narrativa de seu diário, vemos o quanto ela amadureceu e os conselhos que conseguiu dar a si mesma como forma de consolo. É como dizem, “a necessidade obriga”. Todos ali, aquelas 8 pessoas tiveram de superar as diferenças e o viver com menos para sobreviverem. Afinal, todos ali eram bem sucedidos e tinham até que uma vida agradável com regalias. Não foi fácil para ninguém.
Quem já leu o livro, sabe que é emocionante, em especial saber que o desejo de Anne era poder viver novamente e contemplar o que Deus tem feito de mais bonito no mundo que despercebido por muitos, a natureza; e ver que ela não pode concretizar seu pequeno, mas lindo desejo por conta de seres humanos desprezíveis que agiam com preconceito quanto aos seus semelhantes.
Faz 70 anos que isso ocorreu, mas está na nossa cabeça todas as sequelas desse período trágico na história humana. Relatos como esses nos ensinam a dizer não a violência e não a discriminação.
Já chega de guerras mesquinhas!
Se você ainda não leu, recomendo que leia o Diário de Anne Frank e se emocione com as palavras de uma escritora que não teve a oportunidade de enxergar um mundo melhor, mas que acreditava que isso era possível. Hoje, isso depende apenas de nossas escolhas e atitudes.
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